Marco 29, 2007 at 4:59
· Escrito por thiago em Manaus-Bs.As.-Lar
A vizinha do Sheldon provavelmente agradeceu aos céus nossa saída. Não contei pro nosso anfitrião, mas a sua vizinha chata reclamou comigo por causa do barulho da minha moto, que supostamente acordou o filho doente recém-nascido (de fato, atrapalhou sua novela por 10 segundos). Melhoras pro menino adoecido então.
A BR-101 de Floripa para Porto Alegre está em obras. Em alguns momentos o trânsito chega a ser interrompido por horas. Mais um incentivo para chegar a capital gaúcha passando pela serra. Portanto, seguimos para Lages/SC, Caxias do Sul/RS e finalmente Gramado/RS, sem pernoites.
A serra catarinense é de se respeitar. Um visual muito bonito e estradas relativamente boas. Algumas irregularidades no asfalto, mas nenhum buraco que possa danificar o veículo. A grande vantagem foi o pouco trânsito.


Pouco depois de Lages chegamos na divisa pela BR-116. A parte gaúcha da rodovia é pedagiada. Felizmente motos não pagam… A surpresa foi as condições da estrada: ruins em comparação com as outras estradas pedagiadas que passamos pelo Brasil, mas ainda assim é um bom asfalto.

Em Caxias do Sul, quase chegando em Nova Petrópolis, a rodovia se mistura com as ruas da cidade, que estão em obras. Por causa da ruim sinalização no trecho administrado pela prefeitura local, perdemos alguns minutos até retomar o caminho na 116.
Quando chegamos em Nova Petrópolis, já comecei a me sentir na Europa, mais especificamente na Alemanha (o Jonas ia se sentir em casa). A arquitetura local é toda no estilo colonial alemão. Já deu pra ter uma noção dos encantos que nos aguardavam em Gramado. Uma pena não termos tirado fotos de Nova Petrópolis… mas não é muito diferente de Gramado.
Até Gramado, mais pedágios em uma rodovia estadual, novamente motos são isentas. Calculo que se estivéssemos em um carro, teríamos gastado de Floripa para Gramado cerca de R$25,00 de pedágio.
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Marco 28, 2007 at 13:13
· Escrito por milton em Manaus-Bs.As.-Lar
Lamentável. Não tenho termo melhor pra descrever o horário que saímos de Joinville. Durante o dia, esse trecho da BR-101 reserva muitas belezas. Desde as inúmeras praias do litoral norte do estado até a selva de cimento em Camboriú. Muitos campos, montanhas, pontes, etc… Numa das praias, olhando bem, dá até pra avistar baleias na época certa do ano.
Infelizmente saímos tarde demais, só pudemos apreciar mesmo a sinalização horizontal - que não era lá essas coisas - e os faróis dos veículos próximos. Com pouco trânsito e sem condições de parar pra tirar fotos, não passou muito de duas horas pra chegar na capital. Dentro de Floripa, não foi difícil encontrar a entrada pro bairro Coqueiros e chegar no apartamento do nosso irmão firenziano Sheldon.
Muita emoção no reencontro do derradeiro trio firenziano, principalmente na hora de entregar o tão desejado roteador wiiiiirelesssss, habilitador fundamental de nerdices em território manauara. Outra surpresa foi a presença de nossas ex-vizinhas firenzianas, Raysa e Camila, que aproveitaram o calendário esculhambado da UFAM pra passar férias em Floripa.

No dia seguinte, pegamos o carro do Sheldon emprestado (sim, ele está traindo o movimento) e saímos com as meninas pra passear na ilha. Começamos o trajeto com um rodízio de frutos do mar na lagoa da Conceição, visitamos o famoso resort do Costão do Santinho, conhecemos as casas maravilhosas da área magnata de Jurerê e, por puro acaso, deslumbramos a paisagem de difícil acesso da praia do Forte.


A parte ruim desse passeio veio na volta pra casa, com a avenida Beira Mar engarrafada até a metade da ponte nova. Não fossem o papo e os cds de música que encontramos no porta-luvas (ACDC, Led Zepelin, etc) seria uma hora de nossas vidas jogadas fora.
Floripa é muito grande e cheia de atrações, não dá pra conhecer todos os lugares somente numa tarde. As poucas fotos que aqui aparecessem não fazem jus a beleza local, recomendo que passem ao menos uma semana por lá pra aproveitarem bem.
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Marco 27, 2007 at 13:43
· Escrito por thiago em Manaus-Bs.As.-Lar
Olá pessoal! O site está um pouco parado, né? Acontece que ficamos offline um périodo. Quando saímos de Florianópolis/SC, fomos para Gramado/RS e depois para o 2o. Moto-Acampamento de Trinfo/RS (nosso amigo Cassola já tem fotos no seu site). No momento estamos em Porto Alegre/RS aguardando a revisão mecânica de nossa moto terminar para seguirmos viagem para o Moto Lagoa em São Lourenço do Sul/RS (o maior encontro de motos do RS).
Estamos usando a internet da biblioteca da PUC-RS e o acesso aqui é meio “bloqueado” (ao menos é grátis). Assim que encontrarmos um bom cyber café colocaremos o site em dia, publicando as mais de 70 fotos que estão na fila.
Abraço a todos, em especial para o Maurício (o bruxo de Aceguá) e o pessoal da organização do Moto-Acampamento de Triúnfo que nos recebeu muito bem e fizeram um evento nota 10.
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Marco 22, 2007 at 2:39
· Escrito por thiago em Manaus-Bs.As.-Lar
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Marco 19, 2007 at 0:00
· Escrito por thiago em Manaus-Bs.As.-Lar
Saímos de Curitiba quando a chuva deu uma pequena trégua. Pequena mesmo, porque foi chegar na BR-101 que voltou a chover. No momento onde a chuva mais castigou, por sorte, estávamos parado em uma lanchonete almoçando, a 500m da divisa. Pacientemente esperamos São Pedro se acalmar para seguir viagem.
No longo trecho de serra, enfrentamos muita neblina. Em alguns pedaços da pista, a visibilidade não passava de 10m. O frio também começou a bater, momento ideal para eu estreiar minha balaclava recém-adquirida em Sampa. Notei que piorou a situação quando eu usei a máscara no modo “Ninja” (apenas com os olhos a mostra), porque o pano estava retendo o ar quente expelido pelo meu nariz dentro do capacete e embassando a viseira. Foi só deixar o narigão de fora que resolveu.


A estrada para Joinville é totalmente duplicada e está relativamente bem conservada. Como era domingo, havia muito tráfego voltando para Curitiba, em alguns trechos até engarrafamento. Mas no nosso lado da pista, o trânsito fluia com facilidade. Já anoitecendo chegamos com certa facilidade a casa dos tios do Milton.
Ainda deu tempo pra conhecer um pouco da noite Joinvilense. Findamos o dia com um X-Alguma_Coisa na Lanchonete do Adriano, o ponto pós-balada mais popular da cidade. Tamanha estupidez do sanduba, que o estou digerindo até agora.
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