Arquivo de Marco, 2007

Curitiba/PR

Esse será um post atípico, tratando-se da capital do Paraná. Não servirá para falar sobre os vários parques que servem de cartão postal para a cidade, nem das soluções inteligentes de tráfego e transporte urbano adotadas e muito menos do nível cultural de sua população, onde até mesmo um guardador de carros pode te surpreender oferecendo sua produção literária bilíngüe de mais de dois livros. Servirá para falar somente das pessoas, exaltando as amizades que tivemos a oportunidade de cultivar nessa não tão breve estadia.

Também pudera, não visitamos nenhum desses lugares bonitos. Fora sair com os amigos, só nos preocupamos em ajeitar as motos, almoçar no rodízio de sushi baratão e jogar We Love Katamari.

Na sexta-feira, fomos conhecer a nova sede da Mandriva, pra rever os antigos colegas de trabalho, Boto, Cláudio, Spuk, Bogdano, Ademar, Hélio, Cavassin, Andreas, etc. Almoçamos com o povo num restaurante chamado ManAsses (creiam ou não), buffet barato e higiênico, apesar do nome.

Sábado foi dia de reencontrar o amigo Rafael e conhecer a sede do Motoclube Filhos da Liberdade. Fomos muito bem recebidos pelo pessoal, trocamos idéias sobre viagens, contamos e ouvimos vários causos, jogamos umas partidinhas de bilhar e pebolim e tomamos uma cervejinha. Percebi que apesar da ferrugem ainda tenhos as manhas (ou a sorte) pra jogar totó, hehehe. Conversa vai, conversa vem, acabamos recebendo das mãos do próprio Magrão, presidente, os emblemas do MC, agora orgulhosamente bordados em nossos coletes de viagem.

Sinuquinha na sede dos Filhos da LIberdade Patch do motoclube Humor não falta no lugar

Ainda vale citar o integrante Neto, que costurou os nossos bordados e apresentou ainda mais colegas motociclistas e o carismático Pincel, pai do meu amigo César (Bacamarti), que nos honrou com a missão de buscar um troféu para os Filhos no moto-encontro que ocorrerá em Triunfo/RS no fim-de-semana do dia 24.

Nada melhor que um churrasco no domingão pra reunir a galera. Reservamos a churrasqueira do condomínio de meu irmão e tocamos o churras durante toda a tarde. Foi muito gratificante ver amigos, ex-colegas de trabalho e família sob o mesmo teto.

Amigos Conectivados e Desconectivados Tias, prima e tio presentes Cunhada e amigo avacalhado

Fizemos quatro visitas avulsas aos amigos.

A primeira foi ao meu irmão Buga e sua esposa Roberta. Recentemente descobri que ficarei pra titio por causa desses dois. Agora preciso arranjar um emprego em menos de sete meses pra poder dar um chocalho pra criança. Ganhamos um jantar bem servido, um strogonoff preparado pela minha cunhada. Passamos o resto da noite conversado e jogando Uno, febre atual dentro da família.

A segunda foi ao Mr. Arnaldo Carvalho de Melo, mais conhecido como acme, um dos mais respeitados profissionais envolvidos em open source do país. Conversamos sobre o mercado de trabalho, coisas de nerds em geral, conhecemos seu quartinho da bagunça, cheio de bugigangas tecnológicas de tempos remotos e contemporâneos, conhecemos seu dog capa de caderno e seu gato chique além de sua esposa Sarita, que nos divertiu mostrando fotos bem antigas do agora descabelado Arnaldo.

Casal Carvalho de Melo no quarto das tranqueiras Única pose decente que fiz Gato xodó da casa

A próxima visita da lista foi ao casal Ademar e Viviane Reis, que acabaram de voltar de uma viagem a Margarita/VE que fizeram antes de sair de Manaus/AM. Conhecemos seu novíssimo lar, aproveitando pra ajudar com as mudanças e botar o papo em dia. Boa sorte pro casal no novo lar.

Na mesma noite, fomos visitar minha madrinha, que tinha prometido um macarrão caso ainda estivessemos na capital na quinta-feira. Muito bom rever a família depois de tanto tempo.

Casal Reis na sala nova Recuperamos o wiiiiiiiirelesssss Minha tia-madrinha, a cara da minha mãe

Além de todas essas visitas, não posso deixar de mencionar a parte mais próxima de minha família, meu pai e minha irmã, que nos receberam em casa e minha vó que preparou vários rangos deliciosos. Ah, também tem os meus vizinhos-amigos que acompanharam em algumas noitadas.

Amigos de infância reunidos no bar Esquadrão ninja preparando pra assaltar um banco Eu e minha mana

Pra quem queria ver fotos de pontos turísticos da cidade, sinto muito. Posso prometer que quando parar por lá novamente farei questão de tirá-las.

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São Paulo/SP - Curitiba/PR

Chegar em São Paulo e achar um lugar bem localizado para ficar não foi fácil. O que eu não imaginava que sair poderia ser ainda pior.

Estávamos com medo de um possível atraso devido ao trânsito paulistano (que já não é dos melhores) agravado pela visita de George Bush a cidade. A prefeitura interditou algumas ruas por onde a comitiva da Cinderella iria passar e manifestações contra o presidente norte-americano aconteciam por toda a cidade. A maior concentração estava na Avenida Paulista (bem próximo de onde estávamos hospedados), deixando o trânsito ainda mais lento naquela região.

Fiquei com mais medo ainda - desta vez de tomar porrada - quando lembrei que por muitas vezes (muitas mesmo), a bandeira do Amazonas que levo amarrada em minha moto foi confundida com a bandeira dos EUA. Se por um azar eu topasse com algum grupo de manifestantes, além de ficar preso no trânsito, poderia ainda levar uns tapas. Na melhor das hipóteses ser injustamente xingado de “porco imperialista”, “facista” ou algo parecido.

Bandeira do Amazonas Bandeira dos EUA

O destino quis no deixar fora dessa e não tivemos problemas com trânsito lento ou manifestantes. Já as placas que deveriam nos guiar para a BR-116 (Régis Bittencourt, que vai para Curitiba) não foram nada indicativas. Ficamos confusos quando as placas divergiram das informações que obtivemos com os locais. Levamos algum tempo para perceber que sinalização vertical da Marginal Pinheiros nos levavam para o lugar errado. A situação só melhorou quando chegamos ao Rodoanel Mário Covas, onde desta vez saímos na BR-116.

A Régis é quase que completamente duplicada em toda sua extensão. Seria ótimo se o estado de conservação da rodovia não deixasse a desejar. Com tantos buracos, fui amassar minha roda justamente em uma emenda de uma ponte. Engraçado que o Milton passou tranqüilamente e eu fui acertar logo um degrau.

O visual da estrada fica por conta do trecho de serra e da bela vista da Represa do Capivari.

Serra do Mar Placa da Divisa SP - PR Divisa SP - PR,  marco rodoviário

Paisagem BR116 Paisagem BR116 - Raios de sol Paisagem BR116 - lago

Em Curitiba, saímos da BR-116 e fizemos o contorno leste até chegar na BR-277, que passa em frente ao condomínio onde Milton mora. Com este trajeto evitamos o trânsito da cidade e rapidamente chegamos ao lar, doce lar. Milton, um bom filho, à casa torna (nada como terminar um post com frases prontas).

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Mercosul a caminho…

Temos pensado seriamente em estender nossa viagem a três países do Mercosul após nossa passagem por Porto Alegre/RS. São eles: Uruguai, Argentina e Paraguai. Os principais pontos a serem visitados até agora seriam Chuy (o lado uruguai de Chuí, extremo sul do Brasil), Punta del Este, Buenos Aires, Montevideo e Asunción. Desta última cidade, seguiríamos para Foz do Iguaçu/PR de lá faríamos o caminho de “volta pra casa”. Eu seguiria para Pará de Minas/MG e o Milton para Curitiba/PR. Fim do passeio.

Temos em mãos a carteira de vacinação internacional e o passaporte (ia ser legal um carimbo em cada um desses países para registrar nossa passagem :) ). A Permissão Internacional para Dirigir (PID) teoricamente é desnecessária nos países do Mercosul, assim como o passaporte.

Como a idéia está próxima de se concretizar, começamos a colher algumas informações com motociclistas do sul do Brasil sobre a burocracia a se enfrentar para visitar nossos “hermanos” com veículo próprio. A impressão até agora é a pior. Dizem que os brasileiros são constantemente multados/extorquidos nestes países vítimas da falta de informação. Ouvimos lendas que na Argentin,a por exemplo, é necessário andar com extintor de incêndio nas motos e até uma mortalha (lenço usado para cobrir os mortos em caso de acidente!). Alguns dizem que a Permissão Internacional para Dirigir é obrigatória, apesar das minhas pesquisas dizerem o contrário.

Na aventura do motociclista Thiago de Castro Serra, foi relatado que na Argentina, policiais tentaram lhe multar por causa da ausência de extintor de incêndio na moto, mas o mesmo portava o código de trânsito argentino que desmentiu o guarda. Quando viu que não tinha mais jeito, o policial lhe pediu uma “ajudinha” para pintar a guarita. Infelizmente é uma realidade não muito diferente da realidade brasileira (exemplo 1 e 2).

O que podemos fazer é pesquisar bem na internet sobre a legislação dos países vizinhos e ter em mão o código de trânsito para situações como a que Thiago enfrentou. Após nossa passagem pelo Mercosul prometo fazer um post sobre o que é lenda e o que é verdade.

Até agora, seguem algumas informações úteis que já colhi:

  • Acordo sobre regulamentação unificada de trânsito (português/espanhol) - Tratado internacional que valida a CNH brasileira nos países do Mercosul e vice-versa.
  • Telefone de Embaixadas do Brasil:

Montevideo: (+598 2) 707-2119
Buenos Aires: (+541 1) 4515-2400
Asunción
: (+595 21) 214-466

E claro, toda dica e sugestão que nos for enviada será muito bem vinda. ;)

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São Paulo/SP

Ficamos hospedados no hotel Formule 1, ao custo de R$75,00/dia mais R$7,00/dia de estacionamento, sem café da manhã. O hotel tem boas acomodações (destaque para o isolamento acústico das janelas). Um preço razoável para São Paulo.

Fiquei impressionado com a barulheira da cidade. Era abrir a janela do quarto, que fica no décimo quinto andar, que mal conseguia ouvir meus pensamentos. Aos poucos fui me acostumando com a poluição sonora.

No primeiro dia, fomos para um bar na Vila Madalena com as nossas amigas e ex-colegas de trabalho em Manaus, Neli (anfitriã em São José dos Campos) e a Lu. Como o mundo é pequeno, não?

No segundo dia, constatamos que a nossa localização era boa como ponto de partida para um passeio no centro da cidade: relativamente perto da Av. Paulista e da estação de metro do MASP. Aprendemos no Rio de Janeiro que o metrô é um excelente meio de transporte em megalópoles como Sampa. O metrô de São Paulo tinha uma boa reputação (pelo menos antes do acidente nas obras da Linha 4 - amarela - na Pinheiros) e eu estava certo de que seria a melhor opção de deslocamento na capital. Confesso que gostei mais do metrô carioca, mas andei pouco em ambos para fazer um julgamento justo.

Museu de Arte de São Paulo Avenida Paulista Vista sob o MASP

Megamos o metrô e fomos em direção a Galeria do Rock. Encontramos lá um inusitado salão de beleza que comprava cabelos. Pagavam até R$300,00 por um bom exemplar. Desempregados… nada como se livrar de um peso extra e ainda por uma grana no bolso. A funcionário do local avaliou meu cabelo em R$60,00 e o do Milton em R$50,00. Agora sei por opinião de uma profissional que meu cabelo, se não for mais bonito, ao menos é mais valioso que o do Milton (ele não gostou das piadas que criei deste acontecimento em diante). Antes que perguntem, não vendemos os cabelos por essa merreca.

A Galeria do Rock é o local ideal para comprar CD’s de bandas de rock/metal/blues e hip-hop (sim, o subsolo é dedicado ao tema), fazer um piercing ou tatuagem, comprar roupas de bandas e penduricalhos para seu colete de motociclistas e para aqueles que cuidam bem do cabelo: vendê-lo. Acabamos não resistindo. Eu comprei uma camisa do Iron Maiden com o Eddie em cima de uma moto e alguns patches para meu colete e o Milton alguns DVD’s raros e também patches para o colete.

Em seguida fomos para a Rua General Osório, não longe da Galeria do Rock, onde se pode comprar de tudo para sua moto. Recheada de acessórios diversos para motos custom, a maioria das lojas trabalham com envio de peças pelo correio. Desta vez nos contentamos apenas com algumas bobagens e cartões das lojas para compras futuras quando estivermos novamente no mercado de trabalho. Vi algumas lojas pequenas, no fundo de garagens, que tinham preços bastante suspeitos de peças usadas, preferimos não dar credibilidade a essas lojas.

Compro cabelo: até R$300,00 Galeria do Rock General Osório

Para terminar o tour, o paraíso dos Nerds e sacoleiros: Santa Efigênia. Todo tipo de parafernália eletrônica com bons preços. Meus olhos encheram d’agua. Me contentei com um carregador de pilha com saída USB para recarregar meu MP3 player na viagem (antes eu dependia de um computador). Milton comprou um joystick do Mega Drive de 6 botões original da TecToy na caixa (uma relíquia). Este joystick é o melhor já fabricado em minha opinião. Ele vai tentar adaptá-lo para PC.

Em nossas caminhadas pelo centro, registramos uma foto do lendário cruzamento da Av. Ipiranga com Av. São João, citada em uma música do Caetano Veloso e diversos outros causos da mitologia paulistana.

Pra terminar o tour, nada como sentir na pele o que é ser paulistano, pegando o metrô superlotado na hora do rush.

Santa Efigênia, paraíso da muamba Ipiranga x São João Metrô na hora do rush
Com certeza voltarei a Sampa para fazer compras em uma outra oportunidade. Lojas de artigos de rock, acessórios para motos e aparelhos eletrônicos com bom preços, provocando meu lado consumista. Mas a razão prevaleceu e soubemos definir bem as prioridades. O dinheiro está contado para a viagem… então melhor deixar pra próxima.

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São José dos Campos/SP

Pra quem não sabe, meu presente de aniversário pro Thiago foi deixá-lo usar o computador sem pressa durante uma semana. Foi bem aproveitado, já que o piá não dispensou a maquiná nem durante as madrugadas. Agora que o prazo acabou, posso voltar ao meu trabalho de redator sem muito atrapalhos. :-P

Enfim, vamos comentar sobre a “capital” do Vale do Paraíba, São José dos Campos. Situada a meio caminho de tudo, SJK é o lugar ideal pra quem gosta de pegar estrada, tendo destinos diversos tais como praias, montanhas, sítios, SP capital, estado do Rio de Janeiro e Minas Gerais a cerca de uma hora distante. Mas isso não quer dizer que a cidade não tenha seus próprios encantos, já que é um importante pólo tecnológico, com empresas e instituições do porte de Petrobrás, Embraer, INPE e ITA.

Tudo bem, confesso que não passamos em lugar algum desses aí listados (shame on us), mas ficam aí boas dicas pra quem se interessar. O que nos trouxe até São José foi o carinho e amizade que temos pela nossa ex-colega de trabalho, Neli Almeida e a oportunidade de visitar meu outro irmão exo-uterino, o Rafael Ribas.

Chegamos na quinta a noite e ficamos hospedados na casa da Neli. O programa foi participar do encontro de motoclubes. O primo da Neli faz parte dos Canibais MC, um dos mais expressivos de SJK, e havia comentado sobre o evento. Conhecemos a Patrícia, prima da Neli, e fomos os quatro até o posto de gasolina. No lugar, carne, cerveja, muitas motos, motoclubes e conversa boa. O Rafael já estava por lá, foi só o trabalho de puxar uma mesa e começar a botar o papo em dia. A única coisa ruim da noite foi a volta pra casa, quando quase congelamos com o frio e vento da madrugada.

Sexta-feira foi dia de conhecer a famosa e amável anfitriã Dona Maria, mãe da Neli. Devemos um agradecimento muito especial a ela, que cuidou tão bem de nós, inclusive com uma comidinha caseira especial e a la carte, hehehe. Também conhecemos o não menos famoso pastel do mercado municipal, expressão máxima do BBB (bom, bonito e barato). Gostei bastante do lanche e da vista do pôr-do-sol num pub do centro da cidade, que seria ainda mais bonita, não fosse um prédio construído exatamente onde o astro desce. A noite, fomos no churrasco de inauguração da casa do Fred, dono do NetFontes, onde conhecemos mais colegas de profissão.

Bar da vila Neli Gatinha fazendo pose pra foto Thiago mostrando a dentadura

Sabadão, depois de curar a ressaca, o negócio foi conhecer os barzinhos. Passamos o fim-de-tarde lá e nos programamos pra ir ao pub, onde iria rolar rock e cerveja importada. Balada acertada, bem movimentada, muito bem frequentada e com uma banda bacana, até Kiss tocou (um pouco de contexto, eu e o Rafael adoramos essa banda).

Povo no pub A taça do mundo é nossa Embalados no rock

Caretas fatais Careta fatal 2 Neli e Rafa em pose pra foto

A noite se esticou e acabei pousando na casa do Rafa, onde instalamos base no dia seguinte (chega de incomodar a Dona Maria, hehehe). Lá conhecemos o casal Sérvio e Cynara, que repartem o apartamento com meu amigo. Muito papo, descontração e um cineminha mais a noite pra relaxar de vez. Conseguem advinhar o título? Sim, este mesmo! Já estávamos nos segurando pra assistir o Motoqueiro Fantasma, que não é lá essas coisas, mais vale pra ver as motos, algumas manobras e ficar gritando com o capacete na cabeça durante a sessão.

Segunda-feira foi só relax, pra preparar o psicológico antes de chegar na grande metrópole. Adiamos a partida pra tarde seguinte, quando teríamos mais calma e ânimo. Deu tempo de visitarmos o parque Santos Dummont de manhã e podermos dizer que fizemos algum programa de turista durante essa estadia.

Passeio no Pq Santos Dummont Passarela no parque Adoro árvores

Modelo do 14 bis Disclaimer do Santos Dummont

Foguetes e o famoso Bandeirantes da Embraer Bandeirante Disclaimer Bandeirante Cynara, nossa anfitriã e Mel, sua companheira

No fim da tarde, nos despedíamos de nossos amigos e partíamos para a grande capital. Confesso que estava um pouco apreensivo pelo gigantismo de São Paulo, mas o caminho calmo e rápido na Dutra até lá melhorou minha animação. O problema mesmo seria rodar dentro da cidade até encontrar um lugar pra ficar.

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