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	<title>Comments on: Aconteceu na República das Bananas</title>
	<link>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/</link>
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	<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 11:34:42 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: CALU</title>
		<link>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/#comment-60620</link>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 19:40:31 +0000</pubDate>
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					<description>ai o André Basilio , o que voce explanou é o que alimenta os que solicitam propina, pois pessoas como voce contribuem para que o país seja o que voce tanto recrimina, ande certo quando estiver conduzindo um veículo que não será necessário provocação para produção de propina entre o aplicador da lei e  o o abordado, e ainda , os seus comentários "ou o seu ponto de vista", quando inserido em alguma midia serve de exemplo para alguns menos esclarecidos; ...............agora voce pode ir tomar seu gole e chorar as magoas com seu amigo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ai o André Basilio , o que voce explanou é o que alimenta os que solicitam propina, pois pessoas como voce contribuem para que o país seja o que voce tanto recrimina, ande certo quando estiver conduzindo um veículo que não será necessário provocação para produção de propina entre o aplicador da lei e  o o abordado, e ainda , os seus comentários &#8220;ou o seu ponto de vista&#8221;, quando inserido em alguma midia serve de exemplo para alguns menos esclarecidos; &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;agora voce pode ir tomar seu gole e chorar as magoas com seu amigo.
</p>
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		<title>by: CALU</title>
		<link>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/#comment-60619</link>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 19:30:53 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/#comment-60619</guid>
					<description>ai o André Basilio , o que explanou é o que alimenta os que solicitam propina, pois pessoas como voce contribuem para que o país seja o que voce tanto recrimina, ande certo quando estiver conduzindo um veículo q     cor iossso silis</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ai o André Basilio , o que explanou é o que alimenta os que solicitam propina, pois pessoas como voce contribuem para que o país seja o que voce tanto recrimina, ande certo quando estiver conduzindo um veículo q     cor iossso silis
</p>
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	<item>
		<title>by: gabriel</title>
		<link>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/#comment-24723</link>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 12:07:56 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/#comment-24723</guid>
					<description>Gostaria de deixar um elogio aos kras de fizeram essa página. É lamentável q tenha ainda tanto motociclistas desinformados quanto a leis de trânsito e fazem da moto um artefato de diversão enquanto existem pessoas q zelam por tratar da própria vida e tmb da alheia!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de deixar um elogio aos kras de fizeram essa página. É lamentável q tenha ainda tanto motociclistas desinformados quanto a leis de trânsito e fazem da moto um artefato de diversão enquanto existem pessoas q zelam por tratar da própria vida e tmb da alheia!!!
</p>
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		<title>by: Antonio Fabiano de Aguiar Silvares</title>
		<link>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/#comment-7171</link>
		<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 02:04:28 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/#comment-7171</guid>
					<description>Gostaria de fazer uma correção no texto que enviei no dia 06/12/08.Nos dois parágrafos abaixo agora corrigidos, anteriormente onde lia-se instrutor, o correto seria examinador ( do Detran).
O examinador demorava a me chamar. Como o sol estava terrível tirei capacete para não fritar os miolos e o coloquei no retrovisor à espera do chamado do examinador.
O examinador aproximou-se de mim e me deu um esporro porque a moto estava mal colocada ( quem a tinha deixado ali foi o instrutor ) e me mandou levar a moto para o local da partida. Pensei um pouco mas por pouco não dei uma esculhambação no examinador pela falta de educação e pelo fato dele ter demorado para me chamar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de fazer uma correção no texto que enviei no dia 06/12/08.Nos dois parágrafos abaixo agora corrigidos, anteriormente onde lia-se instrutor, o correto seria examinador ( do Detran).<br />
O examinador demorava a me chamar. Como o sol estava terrível tirei capacete para não fritar os miolos e o coloquei no retrovisor à espera do chamado do examinador.<br />
O examinador aproximou-se de mim e me deu um esporro porque a moto estava mal colocada ( quem a tinha deixado ali foi o instrutor ) e me mandou levar a moto para o local da partida. Pensei um pouco mas por pouco não dei uma esculhambação no examinador pela falta de educação e pelo fato dele ter demorado para me chamar.
</p>
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	<item>
		<title>by: Antonio Fabiano de Aguiar Silvares</title>
		<link>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/#comment-6186</link>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 13:57:12 +0000</pubDate>
		<guid>http://www.rockpesado.com.br/wp/aconteceu-na-republica-das-bananas/#comment-6186</guid>
					<description>Tenho 61 anos e dirijo motocicletas desde os 15 anos de idade.
Gosto de motos estradeiras e embora não tendo carteira de habilitação viajo muito  há anos em companhias de amigos por cidades de nossa região, que é no interior do Rio de Janeiro.
Estas viagens quase sempre são realizadas aos finais de semana como forma de lazer e descanso da mente.Durante a semana sempre uso a moto (mais de 10 anos) para ir ao Banco, local de trabalho, visitar um amigo etc, isto como forma de economia e também para facilitar o estacionamento no centro da cidade, que embora do interior e com um número aproximado de 30.000 habitantes já tem problemas para que consigamos estacionar carros perto do centro da cidade.
Como reconheço que estava irregular, resolvi tirar a CNH para motos.
Matriculei-me em uma auto-escola, paguei as taxas que me foram exigidas e iniciei o treinamento ( aulas) para fazer o exame prático.
De inicio notei as preocupações do instrutor com relação à não esquecermos de abaixar a viseira do capacete, luz do farol acesa, só parar com o pé esquerdo no chão, não freiar durante o percurso da prova etc.
Nada e nenhuma instrução sobre não ultrapassar em lombadas ou curvas, cuidados no deslocamento em corredores formado por carros em trânsito, como estacionar e sair em sentido inverso em uma ladeira muito acentuada, cuidados no trânsito com chuva, avaliar pneus, freios, e parte elétrica antes de viagens etc.
Fiz as aulas regulamentares e ontem 05/12/07 fui prestar exame prático em Nova Friburgo, a 50 Km de distância da minha cidade que é Cordeiro.Neste ponto é preciso ressaltar que os treinamentos práticos também foram feitos em Nova Friburgo por que não existe pista de treino em Cordeiro ou município mais próximo, obrigando-me a deslocamentos de 100 Km a cada aula da Auto-escola.
Conhecia o percurso da prova pois tinha treinado algumas vezes, e não tinha muitas preocupações com isto.Preocupava-me a falta de prática em andar em motos de baixa cilindrada estilo street, na qual era obrigado a fazer a prova, mas com os treinamentos acreditava que não teria problemas, e se êles aparecessem e eu fosse reprovado, tudo bem, faria outra prova.
Preocupava-me também em não esquecer de colocar a mão na frente do farol para ver se a lâmpada estava acessa antes de sair ( isto de dia ), não esquecer de ajustar os retrovisores, não esquecer de levantar o descanso antes de dar a partida,abaixar a viseira, parar com o pé esquerdo no chão, para logo a seguir colocar o direito no chão, não deixar as mãos sobre as manetes  etc.
Para não haver problemas perguntei ao instrutor no último treino, no dia anterior ao exame, se poderia antes da exame fazer alguns treinos, considerando que o mesmo começaria aproximadamente às 9 horas. Êle me disse que eu e os outros alunos poderiam chegar antes às 7 horas, e daria para fazer o percurso algumas vezes, junto com os outros alunos.
Acordei as 5 horas da manhã, saí de Cordeiro às 6 horas, cheguei em Friburgo no local onde seriam realizadas as provas ( mesmo local dos treinamentos) as 7 horas.
Lá já estavam aproximadamente 8 motos de outras auto-escolas com seus alunos em treinamento.
Começaram a chegar os alunos da minha auto escola e nada de aparecer o nosso instrutor. Aproximadamente as 8 horas êle chegou e aí é que começamos a treinar.O sol já estava rachando nesta hora e não existia nenhuma sombra no local.
Logo na primeira volta eu e outra aluna notamos uma diferença na regulagem da moto, que poderia de acordo com a forma da prova ser realizada atrapalhar o andamento da moto prejudicando os alunos.O instrutor disse que a moto estava com a mesma regulagem do dia anterior quando tínhamos treinado, e que não haveria problemas.Comentamos com outro instrutor que andou na moto, concordou que havia problemas e foi feita nova regulagem.Após isto todos os alunos que já tinham andado na moto, concordaram que com a nova regulagem a moto ficou melhor para a prova.Nesta altura os treinos tiveram que ser paralizados porque o pessoal do Detran tinha chegado.
Enquanto os alunos das outras escolas treinaram e com calma, antes da prova 5 a 6 vezes, nós da auto-escola do Tião treinamos apenas duas vezes. Uma com a regulagem ruim e a outra com a regulagem boa.
Nosso instrutor disse que tinha chegado um pouco atrasado por que depois que saiu de casa com sua moto, e já estava quase chegando no local da prova percebeu que tinha esquecido o jaleco da auto-escola que era obrigado a vestir antes do exame, e teve que voltar em casa.
Agora já estávamos ansiosos e esperando o inicio do exame. Alguns precisavam tirar a carteira para poder trabalhar como motoboys, outros precisavam da carteira para poder irem estudar.Alguns como eu precisavan da carteira para se enquadrarem na legislação vigente. Mas todos estavam nervosos, a hora ia chegando e os examinadores do Detran começaram a examinar as motos para ver se tudo estava OK ( faróis, setas, documentação etc ).
De repente problemas. Dentre todas as motos a nossa não poderia fazer os exames por que o IPVA não estava pago. Os exames começaram para as outras auto-escolas enquanto funcionários da nossa íam pagar  IPVA no Banco que só abria às 10 horas.Para nós que tínhamos chegado as 7 horas e no local até as 10 sob um sol inclemente e sem nenhuma sombra para abrigo a coisa já estva começando a ficar séria.Logo a seguir os alunos da nossa auto-escola começaram a fazer as provas, embora um pouco desgastados pelo temppo, fome e sol.Alguns eram aprovados outros foram reprovados ( usaram o freio o que não podia ser feito, esqueceram de abaixar a viseira na saída, passaram com a moto na faixa que simbolizava o paralelo da calçada, esquceram a seta ligada etc.). 
Como ali não era como nos bancos, que tem fila para atendimento preferencial para os com mais de 60 anos, acabei sendo o penúltimo dos quase 50 que estavam ali para fazer a prova.
Antes de fazer o exame fiquei triste por ver entre outros, dois rapazes, uma senhora de aproximadamente uns 40 anos e uma moça com uns 20 anos serem reprovadas porque na saída para a prova esqueceram de abaixar as viseiras. Nos treinamentos observei estes três e êle eram uns dos que melhor faziam o percurso. Calmos, dirigiam com segurança e cumpriam todos os requisitos exigidos.Assim mesmo no dia do exame foram reprovados logo no início porque não abaixaram a viseira.
Por outro lado vi alguns que foram aprovados pasando entre os cones com insegurança, desequilíbrios etc..., mas não esqueceram de abaixar a viseira, apagar as setas, pararam com o pé esquerdo no chão, não deixaram as mãos sobre as manetes e assim por diante.
Enfim chegou a minha hora. O instrutor deixou amoto um pouco atrás do local da partida para o exame colocou o capacete na minha cabeça, arriou a viseira apertou apescoceira quase me enforcando para não ter problema com os examinadores e me disse para espera que seria chamado.Já eram aproximadamente 11,30 h.e eu estava debaixo de um sol terrível desde as sete horas, ou seja 4 horas e meia no sol e sem comer quase nada a não ser alguins biscoitos vendidos por um ambulante momentos antes do exame.
O instrutor demorava a me chamar. Como o sol estava terrível tirei capacete para n~]ao fritar os miolos e o coloquei no retrovisor à espera do chamado do instrutor.
O instrutor aproximou-se de mim e me deu um esporro porque a moto estava mal colocada ( quem a tinha deixado ali foi o instrutor ) e me mandou levar a moto para o local da partida. Pensei um pouco mas por pouco não dei uma esculhambação no instrutor pela falta de educação e pelo fato dele ter demorado para me chamar.
De qualquer forma o bom era que iria fazer o exame e ficar livre disto e também do sol que já estva quase me fazendo desistir.
Levei a moto para o local da partida, respirei, me concentrei e esperei a ordem do instrutor para começar.
Êle me disse para esperar uma senhora que daria o sinal para o inicio do exame mas que poderia começar a me preparar.
Coloquei o capacete na cabeça com calma e tranquilamente, apertei a pescoceira quase me enforcando para que o examinador não dissesse que estava frouxa, o que seria falta desclassificatória e eu seria reprovado. Sentei-me na moto, puxei descanso com pé esquerdo, fingi que corrigia os retrovisores a meu gosto ( quase que os coloquei virados ao contrário e diria para o examinadr que daquele jeito estava bom para mim).
Liguei a chave de ignição, acionei o motor, acendi o farol e coloquei a mão na frente para ver se luz estava acessa. Neste momento me lembrei de que poderia hipotéticamente vir uma carreta por trás de mim, e eu ficaria muito mais preocupado com a lanterna traseira do que com a luz do farol mesmo sendo de dia., mas como eles não pensam na luz traseira, tudo bem. O pior é se êles cismassem que teria que plantar bananeira na moto e colocar a mão na lanterna traseira pare ver se estava acessa.
Fiz uma respiração profunda, me concentrei e pensei, estou pronto, é só esperar a senhora.De repente o examinador ( que eu não sabia que seria o que daria a partida) diz, PODE PARTIR.Achei estranho, mas respirei fundo, engrenei a 1ª e parti.
Antes de engrenar a segunda e antes de chegar no primeiro cone escutei um grito. PODE PARAR, ESTÁ REPROVADO. Não entendi bem mas logo percebi. Tinha esquecido de abaixar a viseira, esperando a chegada da senhora examinadora que iria dar o sinal de saída, quando então eu iria abaixar a viseira.
O que fazer? Não tem problemas, é só pagar outras taxas em torno de 150 reais, esperar o mês de janeiro de 2008, porque não existe mais data para eu fazer o exame neste ano, fazer mais alguins treinos para não esquecer de abaixar a viseira e tudo bem.
Saí aborrecido, até um pouco complexado, meio escondido, mas pelo menos depois de 4 horas e meia no sol iria para uma sombra.
No caminho de volta, nos 50 Km que percorri cruzei com 28 motocicletas vindo em sentido contrário, todas com os motociclistas usando a viseira levantada.
Tinha me esquecido. Quando tirei o capacete que o instrutor tinha colocado na minha cabeça, por causa da demora e do calor, antes tinha levantado a viseira porque a mesma ( que era do capacete da auto-escola) estava tão arranhada que me atrapalhava a visão.
Desculpem-me a prolixidade, mas gostaria de levantar uma polêmica.
Será que a segurança aumenta quando usamos um capacete que nos tira a concentração pelo excesso de calor?
Será que a viseira arriada e todo o barulho que faz em função do vento também não nos tira a concentração e facilita a ocorrência de acidentes? 
Será que a audição prejudicada pelo uso do capacete não facilita também acidentes?
Será que perda de visão lateral com o uso do capacete também não atrapalha e facilita acidentes?
Terminando afirmo que quando for fazer novo exame vou sair de casa em meu carro com um capacete ( agora o meu)  e a viseira já arriada. Só espero que não memultem na estrada por estar de capacete e com a viseira arriada dirigindo um carro por que a viseira vai attrapalhar a visão.
Antonio Fabiano</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho 61 anos e dirijo motocicletas desde os 15 anos de idade.<br />
Gosto de motos estradeiras e embora não tendo carteira de habilitação viajo muito  há anos em companhias de amigos por cidades de nossa região, que é no interior do Rio de Janeiro.<br />
Estas viagens quase sempre são realizadas aos finais de semana como forma de lazer e descanso da mente.Durante a semana sempre uso a moto (mais de 10 anos) para ir ao Banco, local de trabalho, visitar um amigo etc, isto como forma de economia e também para facilitar o estacionamento no centro da cidade, que embora do interior e com um número aproximado de 30.000 habitantes já tem problemas para que consigamos estacionar carros perto do centro da cidade.<br />
Como reconheço que estava irregular, resolvi tirar a CNH para motos.<br />
Matriculei-me em uma auto-escola, paguei as taxas que me foram exigidas e iniciei o treinamento ( aulas) para fazer o exame prático.<br />
De inicio notei as preocupações do instrutor com relação à não esquecermos de abaixar a viseira do capacete, luz do farol acesa, só parar com o pé esquerdo no chão, não freiar durante o percurso da prova etc.<br />
Nada e nenhuma instrução sobre não ultrapassar em lombadas ou curvas, cuidados no deslocamento em corredores formado por carros em trânsito, como estacionar e sair em sentido inverso em uma ladeira muito acentuada, cuidados no trânsito com chuva, avaliar pneus, freios, e parte elétrica antes de viagens etc.<br />
Fiz as aulas regulamentares e ontem 05/12/07 fui prestar exame prático em Nova Friburgo, a 50 Km de distância da minha cidade que é Cordeiro.Neste ponto é preciso ressaltar que os treinamentos práticos também foram feitos em Nova Friburgo por que não existe pista de treino em Cordeiro ou município mais próximo, obrigando-me a deslocamentos de 100 Km a cada aula da Auto-escola.<br />
Conhecia o percurso da prova pois tinha treinado algumas vezes, e não tinha muitas preocupações com isto.Preocupava-me a falta de prática em andar em motos de baixa cilindrada estilo street, na qual era obrigado a fazer a prova, mas com os treinamentos acreditava que não teria problemas, e se êles aparecessem e eu fosse reprovado, tudo bem, faria outra prova.<br />
Preocupava-me também em não esquecer de colocar a mão na frente do farol para ver se a lâmpada estava acessa antes de sair ( isto de dia ), não esquecer de ajustar os retrovisores, não esquecer de levantar o descanso antes de dar a partida,abaixar a viseira, parar com o pé esquerdo no chão, para logo a seguir colocar o direito no chão, não deixar as mãos sobre as manetes  etc.<br />
Para não haver problemas perguntei ao instrutor no último treino, no dia anterior ao exame, se poderia antes da exame fazer alguns treinos, considerando que o mesmo começaria aproximadamente às 9 horas. Êle me disse que eu e os outros alunos poderiam chegar antes às 7 horas, e daria para fazer o percurso algumas vezes, junto com os outros alunos.<br />
Acordei as 5 horas da manhã, saí de Cordeiro às 6 horas, cheguei em Friburgo no local onde seriam realizadas as provas ( mesmo local dos treinamentos) as 7 horas.<br />
Lá já estavam aproximadamente 8 motos de outras auto-escolas com seus alunos em treinamento.<br />
Começaram a chegar os alunos da minha auto escola e nada de aparecer o nosso instrutor. Aproximadamente as 8 horas êle chegou e aí é que começamos a treinar.O sol já estava rachando nesta hora e não existia nenhuma sombra no local.<br />
Logo na primeira volta eu e outra aluna notamos uma diferença na regulagem da moto, que poderia de acordo com a forma da prova ser realizada atrapalhar o andamento da moto prejudicando os alunos.O instrutor disse que a moto estava com a mesma regulagem do dia anterior quando tínhamos treinado, e que não haveria problemas.Comentamos com outro instrutor que andou na moto, concordou que havia problemas e foi feita nova regulagem.Após isto todos os alunos que já tinham andado na moto, concordaram que com a nova regulagem a moto ficou melhor para a prova.Nesta altura os treinos tiveram que ser paralizados porque o pessoal do Detran tinha chegado.<br />
Enquanto os alunos das outras escolas treinaram e com calma, antes da prova 5 a 6 vezes, nós da auto-escola do Tião treinamos apenas duas vezes. Uma com a regulagem ruim e a outra com a regulagem boa.<br />
Nosso instrutor disse que tinha chegado um pouco atrasado por que depois que saiu de casa com sua moto, e já estava quase chegando no local da prova percebeu que tinha esquecido o jaleco da auto-escola que era obrigado a vestir antes do exame, e teve que voltar em casa.<br />
Agora já estávamos ansiosos e esperando o inicio do exame. Alguns precisavam tirar a carteira para poder trabalhar como motoboys, outros precisavam da carteira para poder irem estudar.Alguns como eu precisavan da carteira para se enquadrarem na legislação vigente. Mas todos estavam nervosos, a hora ia chegando e os examinadores do Detran começaram a examinar as motos para ver se tudo estava OK ( faróis, setas, documentação etc ).<br />
De repente problemas. Dentre todas as motos a nossa não poderia fazer os exames por que o IPVA não estava pago. Os exames começaram para as outras auto-escolas enquanto funcionários da nossa íam pagar  IPVA no Banco que só abria às 10 horas.Para nós que tínhamos chegado as 7 horas e no local até as 10 sob um sol inclemente e sem nenhuma sombra para abrigo a coisa já estva começando a ficar séria.Logo a seguir os alunos da nossa auto-escola começaram a fazer as provas, embora um pouco desgastados pelo temppo, fome e sol.Alguns eram aprovados outros foram reprovados ( usaram o freio o que não podia ser feito, esqueceram de abaixar a viseira na saída, passaram com a moto na faixa que simbolizava o paralelo da calçada, esquceram a seta ligada etc.).<br />
Como ali não era como nos bancos, que tem fila para atendimento preferencial para os com mais de 60 anos, acabei sendo o penúltimo dos quase 50 que estavam ali para fazer a prova.<br />
Antes de fazer o exame fiquei triste por ver entre outros, dois rapazes, uma senhora de aproximadamente uns 40 anos e uma moça com uns 20 anos serem reprovadas porque na saída para a prova esqueceram de abaixar as viseiras. Nos treinamentos observei estes três e êle eram uns dos que melhor faziam o percurso. Calmos, dirigiam com segurança e cumpriam todos os requisitos exigidos.Assim mesmo no dia do exame foram reprovados logo no início porque não abaixaram a viseira.<br />
Por outro lado vi alguns que foram aprovados pasando entre os cones com insegurança, desequilíbrios etc&#8230;, mas não esqueceram de abaixar a viseira, apagar as setas, pararam com o pé esquerdo no chão, não deixaram as mãos sobre as manetes e assim por diante.<br />
Enfim chegou a minha hora. O instrutor deixou amoto um pouco atrás do local da partida para o exame colocou o capacete na minha cabeça, arriou a viseira apertou apescoceira quase me enforcando para não ter problema com os examinadores e me disse para espera que seria chamado.Já eram aproximadamente 11,30 h.e eu estava debaixo de um sol terrível desde as sete horas, ou seja 4 horas e meia no sol e sem comer quase nada a não ser alguins biscoitos vendidos por um ambulante momentos antes do exame.<br />
O instrutor demorava a me chamar. Como o sol estava terrível tirei capacete para n~]ao fritar os miolos e o coloquei no retrovisor à espera do chamado do instrutor.<br />
O instrutor aproximou-se de mim e me deu um esporro porque a moto estava mal colocada ( quem a tinha deixado ali foi o instrutor ) e me mandou levar a moto para o local da partida. Pensei um pouco mas por pouco não dei uma esculhambação no instrutor pela falta de educação e pelo fato dele ter demorado para me chamar.<br />
De qualquer forma o bom era que iria fazer o exame e ficar livre disto e também do sol que já estva quase me fazendo desistir.<br />
Levei a moto para o local da partida, respirei, me concentrei e esperei a ordem do instrutor para começar.<br />
Êle me disse para esperar uma senhora que daria o sinal para o inicio do exame mas que poderia começar a me preparar.<br />
Coloquei o capacete na cabeça com calma e tranquilamente, apertei a pescoceira quase me enforcando para que o examinador não dissesse que estava frouxa, o que seria falta desclassificatória e eu seria reprovado. Sentei-me na moto, puxei descanso com pé esquerdo, fingi que corrigia os retrovisores a meu gosto ( quase que os coloquei virados ao contrário e diria para o examinadr que daquele jeito estava bom para mim).<br />
Liguei a chave de ignição, acionei o motor, acendi o farol e coloquei a mão na frente para ver se luz estava acessa. Neste momento me lembrei de que poderia hipotéticamente vir uma carreta por trás de mim, e eu ficaria muito mais preocupado com a lanterna traseira do que com a luz do farol mesmo sendo de dia., mas como eles não pensam na luz traseira, tudo bem. O pior é se êles cismassem que teria que plantar bananeira na moto e colocar a mão na lanterna traseira pare ver se estava acessa.<br />
Fiz uma respiração profunda, me concentrei e pensei, estou pronto, é só esperar a senhora.De repente o examinador ( que eu não sabia que seria o que daria a partida) diz, PODE PARTIR.Achei estranho, mas respirei fundo, engrenei a 1ª e parti.<br />
Antes de engrenar a segunda e antes de chegar no primeiro cone escutei um grito. PODE PARAR, ESTÁ REPROVADO. Não entendi bem mas logo percebi. Tinha esquecido de abaixar a viseira, esperando a chegada da senhora examinadora que iria dar o sinal de saída, quando então eu iria abaixar a viseira.<br />
O que fazer? Não tem problemas, é só pagar outras taxas em torno de 150 reais, esperar o mês de janeiro de 2008, porque não existe mais data para eu fazer o exame neste ano, fazer mais alguins treinos para não esquecer de abaixar a viseira e tudo bem.<br />
Saí aborrecido, até um pouco complexado, meio escondido, mas pelo menos depois de 4 horas e meia no sol iria para uma sombra.<br />
No caminho de volta, nos 50 Km que percorri cruzei com 28 motocicletas vindo em sentido contrário, todas com os motociclistas usando a viseira levantada.<br />
Tinha me esquecido. Quando tirei o capacete que o instrutor tinha colocado na minha cabeça, por causa da demora e do calor, antes tinha levantado a viseira porque a mesma ( que era do capacete da auto-escola) estava tão arranhada que me atrapalhava a visão.<br />
Desculpem-me a prolixidade, mas gostaria de levantar uma polêmica.<br />
Será que a segurança aumenta quando usamos um capacete que nos tira a concentração pelo excesso de calor?<br />
Será que a viseira arriada e todo o barulho que faz em função do vento também não nos tira a concentração e facilita a ocorrência de acidentes?<br />
Será que a audição prejudicada pelo uso do capacete não facilita também acidentes?<br />
Será que perda de visão lateral com o uso do capacete também não atrapalha e facilita acidentes?<br />
Terminando afirmo que quando for fazer novo exame vou sair de casa em meu carro com um capacete ( agora o meu)  e a viseira já arriada. Só espero que não memultem na estrada por estar de capacete e com a viseira arriada dirigindo um carro por que a viseira vai attrapalhar a visão.<br />
Antonio Fabiano
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